Por onde andei. (Dentro da minha cabeça)
Por:
Unknown
às
08:07
Eu sempre fui uma pessoa ansiosa. Sempre fui uma pessoa que pensa demais, e muitas vezes até que se "pré-ocupa" demais com tudo. Nunca fui de ser otimista.
Quando comecei a ver a barriga crescer, a sentir ele mexer, a ter aquelas azias que queimam a pessoa gentilmente algumas vezes por dia...Eu comecei a pensar, prever e adivinhar(como é de costume) tudo que iria acontecer, claro, de ruim. Comecei a sentir medo, insegurança, a minha cabeça não me deixava parar de pensar em tudo, eu comecei a perder a qualidade do meu sono, dei piti.
....
Resolvi parar. Resolvi confiar mais em Deus. Resolvi pensar que oq meu filho precisa é de mim, do peito, do amor, do colo quentinho. Ele vai nascer nem aí pra roupa que tá vestindo, nem aí pra cor da banheira dele, nem aí pra o modelo do berço...E comecei a me conectar mais com ele, comecei a dizer que a gente vai fazer o melhor que pode, e que nosso amor é tão grande que vai suprir tudo que ele precisa. Tá, que eu consegui que a ansiedade passasse mais! Não venci, mas melhorou bastante. Ainda me pego pensando ou me preocupando com coisas que são supérfluas.
A maioria dos pensamentos hoje é sobre como vai ser seu rostinho(quero que pareça com o papai), como vai ser a vozinha dele(no futuro), se ele vai pegar o peito logo, como vai ser nossa rotina e nosso jeitinho família de ser...E quando penso nas dificuldades, logo emendo pensando: "Se todo mundo consegue, eu vou conseguir tb! E se Deus quiser depois, de novo!" Hahaha.
Algumas pessoas estão acostumadas a fazer da gravidez e do nascimento de um filho, um grande evento, uma forma de se promover, de mostrar o que tem, de exagerar em tudo. E não é bem assim, na minha humilde opinião. A coisa vai muito além de gastar rios de dinheiro em roupinhas caríssimas, que a criança acaba perdendo sem nem usar uma única vez. Essa não é uma postagem daquelas contra consumismo não, é mais simples. É só a questão de pensar: O que nós precisamos pra viver? Só pra ajudar a gente a pensar de maneira menos exagerada em relação ao mundo material.
Eu mesma muitas vezes me pego escorregando em fantasias, imaginando se eu fosse ryca "quiném" a Ivete Sangalo...hahaha! Mas até ela como mãe deve saber que tudo que ela tem seria nada se ela não desse atenção e amor ao seu filho. Né não?
O dinheiro traz tranquilidade sim, traz aconchego, traz facilidades. Mas não é tudo. Tudo minha gente bonita, é amar! É viver! É fazer o melhor que pode!
Espero conseguir ser boa mãe, sempre me lembrar disso tudo, e fazer do meu filho um menino feliz e saudável vivendo a vida que podemos dar. Não vou mais me prolongar com mais pensamentos nesse post...Depois escrevo mais, pq senão vcs vão perceber que sou uma maluka chatinha. kkkk!
Bjo pra quem é de bjo! :*
Assinar:
Postar comentários (Atom)



0 comentários:
Postar um comentário