Eu sou André, pai do Gustavo, marido da Suelle. É muito titulo, mas o que eu quero dizer é que eu vou escrever por aqui também, de vez em quando vocês lerão algumas linhas de minha autoria. Principalmente pelo fato de que desde que eu descobri que vou ser pai o universo conspira ao meu favor, talvez dizendo: "Leia isso aqui, você vai precisar!" e sempre que passo em um portal de noticias sempre tem algo com Criança, filho, Bebê, Choro e outras palavras que minha mente aprendeu a caçar dentre tanta noticia ruim por ai...
Desde que ouvi que criança não precisa de uma coisa até provar, coloquei dentro da minha cabeça que nunca daria açucar ou gordura desnecessário para meu filho até ele ter idade suficiente.
"Mas que besteira, um copo de refrigerante não mata!" Sim, mata. A longo prazo mas mata, engorda e faz muito mal. Uma criança não precisa de açucar, não precisa de sal, não precisa de nada pelo simples fato que: ELE NÃO CONHECE O SABOR!
Você só come as coisas que não conhece por causa de um amigo ou por curiosidade né? Se você nunca comer aquilo, como vai ter vontade? Sentir falta?
Seguindo este raciocínio, deixo com vocês uma matéria muito interessante sobre o que evitar aos pequenos. Eu já li e reli umas vezes, vale a pena.
Mamães e papais recentes costumam exercer - na rotina de cuidados com o bebê - aquele papel norteador de apresentar o mundo aos pequenos. E os momentos e hábitos alimentares são ingredientes fundamentais nesse "menu de cuidados".
| Que tal uma taça de bem-estar? Uma banana-split sem o split! |
Na realidade, a prática de uma alimentação saudável deve ter início nos primeiros tempos da criança. Não que o sabor das guloseimas deva ser negado o tempo todo, mas é importante que sejam estabelecidos critérios para as refeições. Afinal, hábitos bons e ruins formam-se desde cedo. E se a mamãe, ainda na infância, conseguir estimular a criança a sabores saudáveis, com os nutrientes necessários ao organismo e livres de aditivos potencialmente nocivos, obedecendo-se naturalmente a necessidades e exigências de cada fase, tudo ficará mais fácil depois, com riscos menores de problemas futuros, como hipertensão e outros, decorrentes de uma alimentação indevida.
Conselhos dos pediatras
Para ajudar a esclarecer as mamães-leitoras sobre alimentos adequados e, principalmente, sobre aqueles que devem ficar fora do cardápio - pelo menos em algumas etapas da infância - consultamos dois pediatras. Daniel Becker, por exemplo, que atua com seus pacientes mirins há 25 anos, acredita que não devam existir proibições absolutas, "excetuando-se os casos específicos de intolerâncias e alergias (que são individuais)", ele destaca. Becker detalha: "Existem, na verdade, recomendações sobre o que é e o que não é saudável. E aí entra o bom senso pra saber oferecer certos alimentos em situações de exceção, de saída da rotina, alimentos que alegram e colorem a vida. Por exemplo, o sorvete não deve ser parte da rotina alimentar de uma criança, mas não dar sorvete numa festa ou num passeio de fim de semana seria um pecado".Alimentos que devem ser evitados
O pediatra alerta sobre os perigos que podem decorrer da má condução da alimentação infantil. Ele conta que, no consultório, faz ressalvas contra alimentos industrializados, por exemplo. Isso porque estes vêm, quase sempre, com conservantes químicos, saborizantes e muito açúcar - o grande vilão neste caso. Becker explica que essa quantidade de açúcar é muito maior do que a normalmente usada em casa. O pediatra cita vários alimentos sabidamente nocivos:- cereais processados (flocos de milho e farinhas de bebê);
- refrigerantes;
- salgadinhos, batatas fritas de saquinho - repletos de sal e monoglutamato de sódio, além dos carboidratos ultraprocessados;
- geleia de mocotó e gelatina ("açúcar e tinta, para quê?");
- molhos industriais;
- embutidos, carnes processadas.
Sobre os refrigerantes, Daniel Becker ressalta que devem ser evitados. Quanto aos salgadinhos e às batatas fritas de saquinho, ele levanta a questão da formação do hábito alimentar, já que costumam provocar uma reação negativa na criança: ela passa a desejá-los e a não aceitar mais comida natural. Becker lembra, ainda, o "fantasma colorido" do fast-food. E completa: "Muitas calorias, muitos aditivos químicos, muito sofrimento animal para engordar seus filhos. Não podemos oferecer coisa melhor? Em vez de uma ida ao fast-food, por que não um piquenique no parque? Aposto que vai ser muito mais divertido, extremamente saudável e mais inesquecível".
O médico também destaca os alimentos duros e pequenos - e de difícil mastigação - que, para evitar os engasgos, não devem ser dados às crianças: passas, balinhas e pipocas, por exemplo (são perigosos até os três anos).
O incentivo a uma alimentação saudável
A pediatra Thatiane Mahet, por sua vez, fala sobre a oferta de alimentos tendo como parâmetro a idade da criança. Ela especifica que até os 6 meses a alimentação deve ser composta apenas pelo leite materno, lembrando que em tal fase outros alimentos podem fazer mal ao bebê, como os tradicionais chás, passíveis de provocar diarreia e, ainda, leite de vaca in natura.A médica indica o que deve fazer parte da alimentação complementar aos 6 meses: frutas, legumes, verduras, carboidratos (arroz, macarrão, batata) e leguminosas (feijão, por exemplo).
Mais alertas
Thatiane Mahet também ressalta que, nessa fase, devem ser evitadas frituras (todos os alimentos devem ser cozidos ou assados), já que estas são grandes fontes calóricas e sua ingestão sem moderação pode levar a problemas de saúde. A pediatra ressalta aí que o acúmulo desta gordura em vasos do corpo pode, inclusive, aumentar o risco de acidentes vasculares na fase adulta.O "petit suisse cor-de-rosa" faz mal?
| Toda criança ama, mas não tão pequeno. |
Substituição de alimentos nocivos por opções saudáveis
Thatiane acredita que a melhor substituição se dê por meio de itens naturais semelhantes. Exemplificando: um refrigerante pode ser substituído por sucos de frutas ou mates (sendo que mates não devem ser oferecidos à criança antes de 2-3 anos); um doce pela fruta predileta da criança, e assim por diante. Ela sugere essa tática da troca como melhor alternativa para o caso. Como Daniel Becker, ela acredita que proibir algo aos pequenos nessa era globalizada, de tanta oferta e informação, não é uma boa ideia. E arremata: "A palavra-chave em alimentação infantil é equilíbrio. Todos os alimentos - com algumas exceções e respeitando-se as diferentes fases - podem ser oferecidos aos pequenos, desde que com moderação: uma criança de 4 anos, por exemplo, pode comer uma pizza ou um hambúrguer de vez em quando, porém sua alimentação nos outros dias precisa ser saudável".Fonte: Yahoo Mulher
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